Laboratórios

  • Resumo
    O Centro de Inteligência Artificial (Center for Artificial Intelligence – C4AI) é uma das iniciativas InovaUSP e tem o compromisso de desenvolver pesquisas no estado da arte em Inteligência Artificial (IA), explorando tanto aspectos básicos quanto aplicados nesta área.

    Com suporte da IBM e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), o C4AI também desenvolve estudos sobre o impacto social e econômico da IA e conduz atividades de disseminação de conhecimento e transferência de tecnologia, procurando formas de melhorar a qualidade de vida humana e incrementar diversidade e inclusão.

    O C4AI foi estabelecido em 2020 por meio de significativo aporte da IBM e FAPESP. A instituição sede é a Universidade de São Paulo (USP), operando em parceria com as instituições associadas ITA, PUC-SP e FEI. A USP dá suporte a pessoal e espaço para o C4AI de forma a corresponder aos aportes feitos.

    O C4AI considera que o próximo nível de desempenho em IA só poderá ser alcançado enfatizando a combinação de aprendizado de máquina, tomada de decisão, representação de conhecimento e raciocínio, e incrementando a colaboração entre essas áreas e suas aplicações.
  • Resumo
    O LARC – Laboratório de Arquitetura e Redes de Computadores é um laboratório do Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (PCS-EPUSP).

    A equipe técnica do laboratório é responsável tanto pelas atividades acadêmicas (Graduação e Pós-Graduação), como de pesquisas e projetos para empresas nas áreas de arquitetura e redes de computadores. Atualmente, trabalham no LARC mais de 50 profissionais entre doutores, mestres e engenheiros. Tais profissionais possuem larga experiência acadêmica, profissional e científica, hoje, conduzem trabalhos de destaque situados no estado-da-arte nas áreas de atuação do laboratório.
  • Resumo
    O Laboratório de Automação Agrícola é um grupo de pesquisa do Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.

    É formado por uma equipe multidisciplinar que envolve professores, alunos de graduação e pós-graduação, além de colaboradores.
  • Resumo
    Segurança Cibernética corresponde a um dos pontos estratégicos para a continuidade dos negócios e para defesa de sistemas críticos. Incidentes desta natureza representam um dos grandes desafios atuais e possuem potencial para causar disrupção econômica, perdas financeiras, tensões geopolíticas e/ou instabilidades sociais. Este laboratório desenvolve pesquisas e tecnologias para tornar mais seguros e resilientes produtos e serviços essenciais para sociedade digital.
  • Resumo
    Um dos primeiros do Brasil, o Laboratório de Corrosão e Proteção (LCP) tem uma vasta experiência no desenvolvimento de projetos de pesquisas aplicadas e de serviços tecnológicos, atua fortemente como um elo entre a academia e os vários setores da indústria brasileira, destacando-se óleo & gás, biocombustíveis, energia elétrica, mineração, siderurgia, indústria química e petroquímica, infraestrutura, saneamento básico e logística, especialmente o modal dutoviário. Além de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação, tem atuação destacada de apoio às indústrias nacional e internacional, oferecendo serviços tecnológicos altamente especializados. Somente para o setor de óleo & gás, já foram contabilizados mais de 100 projetos.

    O laboratório tem representação nos principais organismos nacionais e internacionais relacionados com corrosão, incluindo comissões de normalização, organização de congressos e seminários e uma produção científica que ultrapassa 300 publicações técnicas.

    O LCP está estruturado em subáreas: projetos de PD&I, serviços tecnológicos especializados, ensaios & análises e ensino. Tem uma capacitação técnica multidisciplinar e uma infraestrutura física e de equipamentos organizada e atualizada, que permite desenvolver projetos de grandes impactos em diversas áreas. A área de análises de falhas do laboratório é considerada uma das mais bem estruturadas e tradicionais do Brasil, com um amplo histórico de apoio à indústria nacional e um acervo tecnológico de mais de cinco mil casos estudados.
  • Resumo
    O Laboratório de Fenômenos de Superfície (LFS) foi criado em 1995, pelos professores Amiltom Sinatora e Deniol Tanaka, e faz parte da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Dedica-se ao estudo da tribologia, ciência voltada ao entendimento dos fenômenos relativos ao atrito, ao desgaste e à lubrificação. Os diversos estudos envolvem o controle destes fenômenos através da seleção de materiais e revestimentos, além de alterações do projeto ou do processo de fabricação de componentes e equipamentos.

    As ferramentas para isso são a caracterização tribológica, além do modelamento de fenômenos, análise de processos de fabricação e materiais, bem como das propriedades do tribossistema. Ao mesmo tempo o LFS ocupa-se de atividades formativas na descoberta do novo, mediante uma metodologia que privilegia a forte interação entre a teoria e a prática, o trabalho em equipe e a avaliação crítica e permanente das suas atividades.
  • Resumo
    O centro 4.0 detém o LMA 4.0 (Laboratório de Manufatura Avançada 4.0), situado na FACENS e inaugurado em junho de 2018 oferece, além de um ambiente de aprendizado e pesquisa, soluções técnicas que demonstram o conceito das diversas áreas relacionadas à Indústria 4.0. O centro pode fornecer soluções inovadoras para a indústria, além de trazer para os alunos e comunidade interessada as novas tendências e tecnologias, com um laboratório multidisciplinar abrangendo as Engenharias Mecânica, Mecatrônica, Elétrica, Computação e de Produção.

    A equipe de professores e pesquisadores é formada por profissionais com experiências industriais de diversos setores, aliadas à formação acadêmica de Mestrado e Doutorado.

    Também participam do grupo alunos e estagiários, que contribuem com atividades complementares de pesquisa e operacionalização.
  • Resumo
    O Laboratório de Sistemas Computacionais Autônomos – LAB-SCA tem como finalidade prover apoio de infraestrutura física e computacional para projetos que exijam análise de dados e o uso de técnicas inteligentes, de maneira a operar de maneira autônoma. Nele são reunidos pesquisadores das áreas de Inteligência Artificial, Visão Computacional, Interação Humano-Computador e Robótica.
  • Resumo
    O robô autônomo, o sistema de propulsão híbrido de um automóvel, o sistema de visão para inspeção industrial, o sistema de controle de uma aeronave, o sistema predial de combate a incêndios e o sistema de diagnóstico remoto são exemplos de sistemas mecatrônicos. Esses sistemas são um amálgama de elementos e componentes (hardware e software) que interagem e são interdependentes. Em geral, o sistema mecatrônico ou sistema de automação é uma combinação complexa de elementos e, frequentemente, seu comportamento tem uma dinâmica própria.

    Assim, o LSA – Laboratório de Sistemas de Automação – atua na formação de engenheiros e pesquisadores com capacidade para analisar, projetar, desenvolver e operar esses sistemas. Em contraste com os especialistas das disciplinas tradicionais da engenharia, a mecatrônica deve desenvolver uma visão holística de problemas complexos e soluções tecnológicas, incluindo fatores relevantes do ambiente e do ciclo de vida do produto. A pesquisa do LSA envolve o estudo e a aplicação de técnicas analíticas e de modelagem, apoiadas por ferramentas computacionais, para a tomada de decisões que solucionem problemas e para o refinamento e a avaliação de novos conceitos de projeto de sistemas. Assim, o LSA tem atuado com engenheiros e especialistas de diferentes áreas em trabalhos que envolvem considerações econômicas, ambientais, humanas e técnicas.

    A LSA é composta por professores, pesquisadores e alunos que estudam e desenvolvem técnicas e tecnologias fundamentais em sistemas projetados e construídos pelo homem (man-made systems).
  • Resumo
    Fundado em 2004, o Grupo de Automação e Sistemas Integráveis (GASI) é composto por docentes dos dois cursos de engenharia do Instituto de Ciência e Tecnologia de Sorocaba (ICTS), bem como alguns colaboradores externos. Seus principais objetivos são a qualificação de pessoal em suas áreas de atuação, bem como a busca pela interação entre universidade e setores produtivos público-privados, procurando levar à comunidade os conhecimentos desenvolvidos no setor acadêmico (técnicas, metodologias, produtos, etc.).

    As atividades do GASI têm sido evidenciadas através de suas publicações e da participação de seus pesquisadores em diversos comitês técnicos, deliberativos e diretorias de sociedades nacionais e internacionais, além de comitês de eventos e periódicos. Além disto, a interação do grupo com a sociedade tem apresentado resultados expressivos em termos da captação de recursos e projetos, dentre eles projetos com a FAPESP, CNPq, Fundunesp, Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), AES-Tietê, Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), Comitês de Bacias, Banco Real, Banco Itaú, Petrobras, dentre outros.

    Através dos docentes vinculados ao grupo, o GASI tem orientado dezenas de graduandos, mestrandos, doutorandos e pós-doutorandos, anualmente. Além disto, através de projetos de extensão e eventos, especialmente aqueles relacionados à área de robótica móvel, centenas de alunos e professores do ensino público fundamental e médio já passaram por oficinas de construção de robôs de baixo custo com o GASI.